Pouso Alegre está entre os municípios que mais realizam prisões por sistema de reconhecimento facial em MG
Pouso Alegre está entre cidades de MG com mais prisões por reconhecimento facial O Sistema Argos de reconhecimento facial, operado pela Prefeitura de Pouso Al...
Pouso Alegre está entre cidades de MG com mais prisões por reconhecimento facial O Sistema Argos de reconhecimento facial, operado pela Prefeitura de Pouso Alegre (MG), completa oito meses de funcionamento, com 35 pessoas procuradas pela Justiça identificadas e localizadas com apoio da tecnologia. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram De acordo com o secretário de Segurança Pública da cidade, Anderson Silveira, Pouso Alegre tem posição de destaque no ranking estadual em prisões por reconhecimento facial. "Hoje nós ocupamos o quarto lugar no estado de uma cidade de porte de 100 a 200 mil habitantes com o maior número de prisões por reconhecimento facial", afirmou. A tecnologia entrou em fase de testes em 25 de novembro de 2025 e foi lançada oficialmente em 11 de dezembro do mesmo ano. O sistema é operado pelo Centro Integrado de Defesa Social (CIDS), ligado à Secretaria Municipal de Segurança Pública. O monitoramento funciona 24 horas por dia e conta com mais de 200 câmeras espalhadas pela cidade. Várias funcionalidades Centro Integrado de Defesa Social conta com mais de 200 câmeras em funcionamento Prefeitura de Pouso Alegre/Divulgação Além do reconhecimento facial, o sistema também faz a leitura de placas de veículos e o monitoramento de vias públicas, ajudando no monitoramento e no combate ao crime. Em julho, o sistema possibilitou a prisão de um ex-policial militar da Bahia, de 40 anos, após um furto em uma perfumaria no centro da cidade. Assim que o crime foi registrado, os operadores do sistema passaram a monitorar o suspeito pelas câmeras e repassaram a localização em tempo real à Polícia Militar, que efetuou sua captura. Outra funcionalidade do sistema, implementada em março deste ano, é a busca por pessoas desaparecidas. Para que o reconhecimento facial seja ativado nesses casos, a família precisa fazer o registro de desaparecimento. "As pessoas que têm algum ente desaparecido podem procurar o CIDS. Tem alguns formulários a serem preenchidos, principalmente para a Lei Geral de Proteção de Dados, e a foto. A gente consegue colocar essa pessoa no nosso banco de dados e, a partir daí, se for identificada pelas câmeras de monitoramento, a gente faz contato com a Secretaria de Políticas Sociais para poder dar o primeiro suporte até o acionamento da família", explicou o secretário. Câmeras de reconhecimento facial identificam 35 suspeitos em Pouso Alegre Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas